quinta-feira, 7 de maio de 2009
Produtos Masculinos
Quem é macho usa, PORRA!
domingo, 3 de maio de 2009
Sound Branding
E é disso que trata o Sound Branding, criar uma identidade sonora para uma marca.
Imaginem se a logomarca de uma empresa mudasse a cada campanha. Ou se o slogan fosse trocado a cada ação diferente. Pois é isso que acontece com o som das marcas.
Criar uma identidade sonona significa reforçar o tão importante elo que uma marca precisa estabelecer com seu target. Segue abaixo alguns exemplos de sons característicos tradicionais que qualquer pessoa consegue reconhecer e associar às respectivas marcas.
segunda-feira, 27 de abril de 2009
Davi - parte 2

David conseguiu os 12 reais que precisava para comprar o remédio que aliviaria as dores de Maria de Fátima e então foi correndo a farmácia. No entanto, no meio do caminho pensou: “Se eu gastar esse dinheiro em remédio agora vou ficar sem nada. Amanhã, quando eu precisar novamente, vou ter que pedir emprestado de novo. Vou ter que pedir dinheiro emprestado pelo resto da minha vida.”
Foi então que tomou a decisão de não usar aqueles 12 reais para comprar o remédio e sim doces para vender no trânsito. Em poucas horas, 12 se transformou em 24. Com a metade David comprou o remédio de sua esposa e com a outra metade comprou mais doces para vender no sinal. Três dias depois pagou a dívida que tinha com aquele porteiro que outrora tinha lhe emprestado os benditos 12 reais. Com o tempo juntou dinheiro e montou sua barraca de camelô. Oito meses depois finalmente conseguiu comprar uma casinha em Nilópolis e pode trazer a família de volta para morar com ele, uma vez que depois do nascimento de Tiago, ele e a mãe foram morar na casa da irmã de Maria de Fátima enquanto David se virava para juntar dinheiro e comprar um teto.
O camelô de David estava dando certo, mas depois de um período de introdução e crescimento no “mercado de vendedores ambulantes”, já começava a dar mostras de estagnação devido ao aparecimento de cada vez mais novos camelôs ao redor do seu. Foi nesse momento que o homem humilde que mal completou o primário pensou como homem de marketing. Ele percebeu que tinha que se diferenciar, que tinha que transcender o fato de ser um commodite e se tornar algo diferente dos outros. E para conseguir isso imaginou que deveria saber mais sobre as pessoas que compravam em sua barraca, ou seja, deveria ter um controle sobre as informações de seus clientes pois assim poderia saber do que eles mais gostavam e, a partir daí, descobrir maneiras de atrair mais gente.
Pra começar dividiu sua barraca em “setores” com em uma loja de departamentos. Mezzanino Diet, Mezzanino Engordiet, Setor de Refrigerantes, Sobreloja. Criou um Departamento de Concessão de Crédito, onde ele anotava o nome das pessoas que tinham conta na banca e também pra quem vendia fiado. Contudo, ele contava com a hipótese que cerca de 10% desse dinheiro nunca seria pago. Mas isso era o de menos para David pois ele sabia que o mais importante era agradar o cliente: primeiro atraí-lo e depois conquistar sua fidelidade. Com o tempo criou uma série de maneiras para conseguiu esse objetivo. Passou a sortear prêmios e, quando chegava o dia do sorteio que revelaria o vencedor, promovia uma verdadeira festa com direito a bolas de gás coloridas e muita animação no meio da rua.
Um dia Ricardo Boechat, então colunista do jornal O Globo, parou em frente a banca e comprou quatro reais em produtos. Ficou observando e reparou em coisas nada comuns para uma barraca de camelô: cartazes que anunciavam sorteio de uma bicicleta, “divisão por setores”, além da simpatia e carisma daquele vendedor tão sorridente. O resultado: no dia seguinte a Banca do David estava no jornal.
Depois de ter sido citado no jornal as coisas ficaram ainda melhores e parcerias com empresas que mandavam brindes em troca da exposição de sua marca na barraca começaram a acontecer. Até empresas do porte de uma United Airlines, Banco Real e Embratel se tornaram patrocinadores oficiais da banca, sendo que as duas últimas ofereceram, respectivamente, uma caderneta de poupança e 21 cartões de telefone para serem sorteados. Nunca satisfeito e sempre inovando para se diferenciar dos outros, David criou um Call Center e até uma página na internet.

A notícia do camelô com website chegou aos ouvidos de uma jornalista da revista Exame que acabou fazendo uma matéria sobre ele. Entre os leitores que viram a história de David estava José Carlos Teixeira Moreira, presidente do Instituto de Marketing Industrial, que na semana seguinte ligou para o call center da banca para convidar o camelô marketeiro para fazer uma palestra em São Paulo e contar sua incrível trajetória para uma platéia composta por um time de 180 executivos e empresários que estavam participando do 12º Encontro de Marketing Industrial, um dos eventos mais importantes da área no Brasil.
Estariam presentes representantes de empresas como 3M, Shell, Wolkswagen, entre outras. Foi um tremendo sucesso! David cativou a todos com seu jeito simpático e carismático exatamente como faz com seus clientes. Daí pra frente não parou mais e hoje em dia faz palestras por todo o país contando sua fantástica jornada de superação, determinação e sucesso. Sua barraca de camelô continua lá, no mesmo local onde anos antes morou com sua esposa grávida na calçada. Um exemplo não só de marketing, mas acima de tudo de vida pra todos nós!!!
terça-feira, 21 de abril de 2009
Davi

Infância Humilde
David nasceu em 15 de dezembro de 1956 na pequena e pobre cidade de Santo Eduardo, município de Campos, interior do estado do Rio de Janeiro. Como não existia cartório lá, seu pai, Albano Moreira Portes, teve que andar alguns quilômetros, atravessar um rio e finalmente pegar um transporte para chegar até Bom Jesus de Itabapoana, cidade vizinha, para poder registrar seu quarto filho de um total de oito. Três mulheres e cinco homens: Marinete, João Batista, Manoel Carlos, David e Antônio nasceram na singela Santo Eduardo, enquanto Marilene, Mario e Marilza nasceram depois, já quando a família foi morar em Nilópolis, subúrbio do Rio de janeiro.
A infância de David, na pacata Santo Eduardo, era principalmente na roça cortando cana com seus pais e irmãos. Todos viviam numa casa feita de estuque (espécie de argamassa feita com gesso e areia) com dois cômodos de terra batida onde vivia toda a numerosa família. Foi então que, movido pela esperança de melhorar a vida da família, Albano Portes resolve ir para o Rio de janeiro arrumar um emprego como fazem tantas pessoas que vão para as cidades grandes em busca de uma vida melhor. Todavia, depois de três anos esperando a sonhada concretização do plano do pai de David, que era juntar um dinheiro para levar toda a família para morar com ele, sua mãe cansou de esperar. Pegou uma mala de madeira e colocou lá tudo o que dava para colocar nela, pegou os filhos e seguiu em direção ao endereço que constava nas cartas que Albano utilizava para mandar dinheiro para sua família. Era o início de uma nova fase para David e seus familiares.
Vendendo laranjas e tangerinas com o irmão João Batista. O início de tudo.
Morando em Nilópolis, subúrbio do Rio de janeiro, os Portes moraram por dois anos na casa de Moisés, irmão de Albano. Todos dormiam em esteiras de palha que ficavam no chão. Durante a semana David (que tinha 12 anos nessa época) vendia amendoins nos trens, mas era nos fins de semana, vendendo laranjas e tangerinas (mexerica como é conhecida em alguns estados) com o irmão João Batista pelos campos de futebol de várzea, que ele aprendia e se divertia ao mesmo tempo. A simpatia e carisma de seu irmão mais velho cativavam as pessoas e com isso ele conseguia fidelizar seus clientes que muitas vezes esperavam, depois do termino das partidas, a dupla de vendedores chegarem para comprar suas laranjas e tangerinas.
Depois de um tempo, João conseguiu um emprego de caixa num armazém antigo que tinha como dono um português. Graças a seu talento nato de vendedor o irmão de David fazia o faturamento do simples estabelecimento aumentar cada vez mais, e enquanto isso graças aos ensinamentos de seu chefe, aprendia conceitos e nomes como capital de giro, estoque, margem de lucro entre outras coisas importantes. João, por sua vez, ensinava a David todas essas coisas. Seu sucesso atual se deve principalmente a essa fase de sua vida e ao seu irmão mais velho João Batista. Os dois sempre tiveram uma ligação especial que superou inclusive a trágica morte dele, que ocorreu por conta de um assalto justamente no humilde armazém responsável por todo esse progresso na vida dos irmãos.
O fundo do poço
Já com 18 anos, David encontrou a mulher que seria sua futura esposa e mãe de seu filho Thiago. Depois de trabalhar em vários lugares acabou ficando desempregado as vésperas de seu casamento. Depois de um tempo, Maria de Fátima fica grávida e eles foram morar em um barraco na favela da rocinha que não tinha banheiro. Suas necessidades fisiológicas eram feitas em latas de 20 litros onde na época se vendia banha de porco. Apesar de ficar todo santo dia procurando emprego por toda cidade, David não conseguia de jeito nenhum. Sem trabalho e dinheiro para o aluguel acabam despejados e vão morar na rua, embaixo da marquise de um prédio da avenida presidente Antonio Wilson, no centro da cidade.
Maria de Fátima havia sentido dores durante toda a sua gravidez, contudo, em um determinado dia, sentiu dores ainda piores. David não sabia o que fazer, pois não tinha nenhum recurso naquele momento, mas precisava salvar a esposa e seu filho. Comovido com o sofrimento de Maria de Fátima, o porteiro de um prédio que ficava na mesma calçada onde o sofrido casal estava morando resolveu emprestar uma quantia, que hoje equivale a 12 reais, para David comprar o remédio que sua esposa precisava. Esses 12 reais não serviriam apenas para acabar com as dores de Maria, mas se transformariam na semente que mudaria para sempre a vida dos dois e de seu filho que estava prestes a nascer.
Continua...
quinta-feira, 16 de abril de 2009
Bigodinho
Afinal, pra ficar fortinho e com garras de adamantium, tem que beber um leitinho antes de dormir!
quarta-feira, 15 de abril de 2009
Ranking de Mídias Sociais
segunda-feira, 13 de abril de 2009
Vire um Exterminador

Nele você pode baixar uma foto ou capturar sua imagem através de uma câmera e então "se transformar" num exterminador. Vale a pena conferir.
I`ll be back!