domingo, 5 de abril de 2009

ComCon

“Se o meu produto ou serviço deve ser consumido, a comunicação da empresa também deve ser desejada e consumida”
Essa frase foi dita por Flávio Rozemblatt, sócio e diretor geral da Selulloid Ag, primeira agência de comunicação por conteúdo (ComCon, sacou?) do Brasil. Esse é um dos novos conceitos que surgiram nos últimos anos e que chegou pra ficar.
A agência de comunicação por conteúdo trabalha permanentemente identificando necessidades e oportunidades, criando e propondo formatos inovadores e sugerindo novas ações para se comunicar com os públicos. Apresenta soluções de criação e inovação, planejamento, interação, produção e avaliação de resultados. Até aí nada de novo, afinal qualquer agência faz isso. A diferença é o modo como a comunicação é apresentada ao público. A boa é velha estratégia “Push” (empurrar a comunicação para o target) é substituída pela “Pull” (seu público-alvo procura sua comunicação simplesmente porque gosta dela).
Esse tipo de filosofia é uma tremenda quebra de paradigma no que diz respeito a maneira como a propaganda sempre foi feita, e isso se deve a uma série de fatores, que vão desde a multiplicação do número de informações que uma pessoa recebe diariamente até a queda do valor e demanda dos espaços publicitários tradicionais de massa. Verbas que antes eram destinadas a televisão cada vez mais estão sendo repassadas para eventos, marketing direto, relações públicas, entre outras ferramentas antes relegadas a coadjuvantes do bom e velho horário nobre da tv.
O objetivo da comunicação por conteúdo é justamente tirar uma marca do intervalo e transformá-la na atração principal, pois só assim ela proporcionará as pessoas algum tipo de experiência que é útil, informativa ou divertida e é exatamente isso que levará um determinado tipo de público a procurar a comunicação de uma marca e não apenas ser “obrigado” a vê-la. Quem tem de fato a atenção do público é a mídia e a marca só pega carona. As estratégias de Comcon buscam transformar a marca em mídia e com isso conseguir que a mensagem de um produto/serviço também seja desejada e consumida pelas pessoas. Para conseguir isso é preciso juntar interesse do target desejado e narrativas da marca.
A Selulloid AG é a primeira agência de conteúdo da América Latina filiada à Branded Content Marketing Association (BCMA), entidade inglesa que reúne empresas, agências e profissionais que atuam com Comunicação por Conteúdo. Empresas como a Oi, a Vale do Rio Doce, o Banco do Brasil, a Gerdau, o Unibanco, a Michelin, a Brasil Telecom, a Nestlé, a Grendene, a Coca-Cola e a Mercedes Benz já desenvolvem soluções de ComCon com a Selulloid AG.


terça-feira, 31 de março de 2009

Serviços Inovadores

Nem só de grandes campanhas hiper criativas vive a publicidade. Pequenas empresas também têm que sobreviver. E para isso, buscam se diferenciar dos concorrentes oferecendo serviços "inovadores". Como essa lan house da foto abaixo:


domingo, 29 de março de 2009

Bat Logo

Não é privilégio das empresas ter logomarcas. Super-heróis também têm seus símbolos característicos. Abaixo, um video que mostra as variações da logo do Batman:

terça-feira, 24 de março de 2009

Momento ADO

Esse é o momento em que um profissional/instituição/veículo de comunicação é homenageADO, ovacionaADO, prestigiADO, aclamADO...precisa explicar mais?


E o Momento ADO vai para......

Anúncio de mídia impressa criado pela agência Master

O texto diz: "Vire esta página para esquerda e para a direita várias vezes. Pronto. Você acabou de sentir o gostinho de cruzar a linha de chegada junto com a gente."

Parabéns pela criatividade!

sexta-feira, 20 de março de 2009

Open Source Branding

Recentemente a Agência Click apareceu com um conceito chamado Open Source Branding, que seria um forma da gestão de marcas baseada no diálogo aberto entre elas e seus respectivos públicos.

O termo Open Source vem da informática e diz respeito a softwares livres cujo código-fonte (código de uma linguagem de programação usada para desenvolver um programa) é aberto para qualquer um que queira baixá-lo e distribuí-lo com a condição de que se mantenha o seu padrão.

Divulgado no Campus Party desse ano através de um concurso que envolvia as marcas Credicard Citi e Ale Combustíveis, o Open Source Branding prega que as marcas são criadas coletivamente, com a participação de pessoas e que por este ponto de vista, consumidores deixam o pólo passivo de espectadores e tornam-se ativos colaboradores no processo criativo das marcas e seus produtos.
É claro que a recente ascensão das redes sociais possibilitou um tremendo avanço no que tange o diálogo com o consumidor, contudo a idéia de que as pessoas são peça chave no processo de construção de marcas e que suas vozes podem e devem ser ouvidas para o seu correto desenvolvimento já não existe há muito tempo? Seria o Open Source Branding só um nome legalzinho criado para ilustrar uma coisa que já existe há tempos ou de fato um conceito novo???

quinta-feira, 12 de março de 2009

Observadores de Tendências


O Trendwatching é uma empresa holandesa que publica relatórios mensais em seu site sobre tendências mundiais de consumo. O mais recente, refente ao mês de março, reforça um conceito que já está bastante em voga atualmente: sustentabilidade.

Para o site uma economia sustentável não é mais uma opção, mas sim uma necessidade. Por isso produtos sustentáveis, que há anos lutam para se livrar do rótulo de eco-feios/chatos e com design esquisito, finalmente vão se firmar como os produtos/marcas da moda.
Segundo o Trendwatching.com, "o lucro virá do verde", ou seja, o consumidor será obrigado a consumir produtos sustentáveis por não haver outra opção, pois o conceito de sustentabilidade já é forte no mercado e só tende a crescer. É o chamado Eco-Bounty.
Algumas marcas como a Toyota já dão os primeiros passos com a criação de seus eco-produtos. A montadora japonesa lançou um carro híbrido (movido tanto a gasolina como a energia elétrica) conhecido como Prius. O design do veículo é diferenciado, mais leve, e busca enaltecer o fato de gerar menor impacto ecológico. O principal apelo de um carro como esse junto ao consumidor é justamente servir pra dar um status de protetor da natureza, ou seja, mostrar para todo mundo o seu comprometimento com a ecologia.

Vale a pena acessar Trendwatching.com e dar uma conferida nos resumos dos relatórios mensais (na íntegra só pra clientes, como Coca Cola, Sony, Unilever, entre outros.)

domingo, 8 de março de 2009

Eric

Eric é o nome do personagem criado para ser o carro chefe da campanha do novo aparelho que Sony Ericsson lançou em parceria com a operadora Three, do Reino Unido. Trata-se do Cyber-shot C51.


Até perfil no site de relacionamentos Facebook (que pra quem não sabe, é similar ao orkut) ele já tem. A Iris Nation foi a responsável pelo desenvolvimento da campanha que tem os jovens como público alvo principal.



Mas não pense que Eric (cujo lema é "livre como um pássaro") terá vida mansa e vai ficar só atualizando seu perfil no Facebook. Ele vai passar por várias lojas da Three e da Sony em cidades como Leicester, Bristol, Manchester, entre outras, para "fazer um social" com as pessoas, tirar umas fotos com elas, etc.

No hotsite podemos ver Eric pulando de pára-quedas (botando em prática seu lema "livre como um pássaro"), além de informações sobre o aparelho.

quinta-feira, 5 de março de 2009

Pulgas no Shopping

Ação realizada num shopping de Jacarta, Indonésia, pela agência Saatchi & Saatchi. O objetivo era divulgar o produto anti-pulgas Frontline.



Espetacular, parabéns aos realizadores!

fonte: Comunicadores